Modelo importado da Inglaterra em 1854
Malaposta

Em 1859, a ligação entre Lisboa e Porto através das carreiras da Malaposta fazia-se em 34 horas e passava por 23 estações de muda. Apesar do bom serviço que as diligências prestavam nessa altura, a sua extinção foi irreversível com o aparecimento do comboio, embora se mantivessem em actividade durante mais algum tempo, como atestam os «manuais do viajante» da época.

11 janeiro 2006

Até Amanhã, Camaradas


»Uma série portuguesa em DVD não é uma série qualquer, é a maior produção televisiva portuguesa dos últimos anos: Até Amanhã, Camaradas, uma produção de Tino Navarro que esteve para ser realizada por Luis Filipe Rocha, o autor do argumento, e acabou por ir parar às mãos do campeão de bilheteiras Joaquim Leitão. Baseado com todo o respeito no romance homónimo de Manuel Tiago, Até Amanhã Camaradas é um retrato de militância e sobrevivência no Portugal dos anos quarenta. Um épico televisivo com selo cinematográfico (pensou-se, inclusive, que poderia haver posteriormente versão reduzida para cinema). Nesta edição DVD que inclui os seis episódios há um disco cheio de extras. Destaca-se uma entrevista com o falecido Álvaro Cunhal e alguns testemunhos históricos que dão ainda mais valor a este pedaço de História portugusa...«
in Notícias Magazine #703 do JN.
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Notícia em Estreia Online.

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5 Comments:

At 11 janeiro, 2006 02:48, Blogger Ricardo said...

Viva,

Não tive oportunidade de seguir a série na televisão! Recomendas a compra do DVD ou foi um texto meramente informativo?

Confesso que não sou grande adepto do Joaquim Leitão...

Abraço,

 
At 11 janeiro, 2006 15:37, Blogger a.castro said...

Olá Ricardo,
É apenas um texto informativo, com a novidade de se tratar dum DVD. Os realizadores Luis F. Rocha e Joaquim Leitão não os conheço a não ser de nome, confesso.
Julgo que a série na televisão que referes terá sido uma produção da Sic (ou pelo menos com o seu patrocínio) e logicamente exibida na Sic, e foi já há algum tempo (dois, três anos? - o tempo passa depressa). O actor, jovem, ("Álvaro Cunhal") é conhecido (não tenho a minha mulher à mão, ela lembrar-se-ia do nome), andava sempre de bicicleta - isso eu vi.
Abraço.

 
At 11 janeiro, 2006 16:45, Blogger H. Sousa said...

Álvaro Cunhal? Esse nome não me é estranho... Vou procurar o DVD para ver se me recordo dele. Com que então dava-se ao luxo de andar de bicicleta...

 
At 11 janeiro, 2006 16:53, Blogger magnolia said...

Eu vi o filme, que tornaram a passar este ano que passou aquando da morte de Álvaro Cunhal. Não posso dizer que tenha apreciado muito (o Álvaro não chegou a ver uma vez que já estava invisual na altura da sua exibição). Achei um pouco monótono e, claro, não se pode comparar ao livro, onde são relatados os mais ínfimos pormenores da vida na clandestinidade. No filme, deram ênfase a passagens que deveriam passar mais despercebidas, descurando o que realmente era mais essencial no "Até Amanhã Camaradas".
Quem lê o livro e depois vê o filme, fica desiludido, em meu entender. Quem vê o filme, não penso que vá ler o livro a seguir.
Concluindo, não vou mesmo comprar.
Beijos.

 
At 11 janeiro, 2006 18:06, Blogger a.castro said...

Olá Magnolia,
Que hei-de dizer a não ser que concordo contigo? Mas como os meus comentários geralmente ultrapassam um só parágrafo:
a) Agora lembro-me! Eu também vi aquando da situação de invisual do Álvaro. Até fiquei com a ideia, nessa altura, de que Álvaro Cunhal "emprestaria" a sua voz para narrar o filme... foi algo anunciado pela Sic que gerou confusão e não cheguei a compreender...
b) De facto o filme era monótono, mas vi atentamente e sem... adormecer, mesmo com as insuficiências próprias dum filme ou dos critérios da produção/realização.
c) Eu sempre prefiro um livro a um filme. Só um exemplo: li Os Miseráveis quando tinha 16 anos. O chefe de escritório que me emprestara os volumes dissera-me (há coisas que não esquecem): lê isto, meu rapaz, quando tiveres a minha idade vais querer ler outra vez... E assim foi! Reli a obra (a caminho dos 40) quando, por coincidência, surge o filme no maior cinema do Porto, o Coliseu, dividido em duas sessões de 4 horas cada. Fiquei decepcionado! Além de, relativamente ao livro, apenas passar a história pela rama, continha muitas incorrecções. Apeteceu-me correr para casa e voltar a reler tão emocionante livro, não só pelo suspense do enredo mas também porque Victor Hugo "andou por dentro da célebre Revolução Francesa".
Beijos

 

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