28 Abril 2007
27 Abril 2007
Sócrates e a A4
Sócrates fez exame em casa e em A4! Prova foi enviada com cartão do Governo. Data do teste é posterior à licenciatura!!!
José Sócrates terá sido aprovado a Inglês Técnico com base apenas num trabalho feito em casa, realizado numa folha A4 e enviado para o reitor da Universidade Independente acompanhado de um cartão com o timbre do seu gabinete de secretário de Estado - segundo noticiou o "Sol" na sua edição on-line.
De acordo com o semanário, esta informação deverá ser tornada pública oportunamente pela nova direcção da Independente - numa conferência de imprensa adiada sem explicações. Por outro lado, esta prova escrita de Inglês Técnico - uma das cinco cadeiras feitas por Sócrates na Independente - terá uma data posterior à conclusão da licenciatura, isto segundo o certificado de habilitações entregue pelo então secretário de Estado do Ambiente na Câmara da Covilhã - informava o site do "Expresso". O certificado tem como data de conclusão da licenciatura o dia 8 de Agosto de 1996, ao passo que o exame foi enviado a 22 desse mês para o gabinete do reitor e classificado por este quadro dias depois. Em comunicado, o gabinete de Sócrates diz que as notícias "provam o bom aproveitamento" do primeiro-ministro na disciplina.
As revelações
acerca do percurso académico de José Sócrates na Universidade Independente conheceram novo desenvolvimento. Segundo a edição on-line do semanário "Sol", o primeiro ministro terá sido aprovado a Inglês Técnico através de um trabalho realizado numa única folha A4. A acompanhar o texto - enviado para o reitor - o então secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro do Ambiente fez seguir um cartão com o timbre do cargo político. "Meu caro, como combinado aqui vai o texto para a minha cadeira de Inglês", pode ler-se no cartão, ainda de acordo com o "Sol", para o qual este "é o único documento escolar de Sócrates desta cadeira" presente no processo que está na posse da Independente. O jornal garante ainda que esta é uma das "revelações bombásticas" que a nova direcção da universidade prometeu fazer. Em declarações à Lusa, o vice-reitor Rodrigo Santiago afirmou: "Esta equipa reitoral nunca teve uma reunião para definir o projecto académico" da universidade. "Se houve, eu não fui convocado. Tudo o que sei é o que leio na comunicação social", lamentou, admitindo estar a ponderar abandonar o cargo.
Etiquetas: Sócras
25 Abril 2007
Viva o 25 de Abril!
25 de Abril de 1974. É madrugada, Paulo de Carvalho, E Depois do Adeu, senha. Os militares saem dos quartéis para fazer História! Evoco simbolicamente Salgueiro Maia e todos os seus camaradas capitães que "ousaram", finalmente com êxito, erradicar o fascismo do poder.
Lembro os rostos dos políticos no seu regresso do exílio que muito lutaram e sofreram para que tal dia chegasse.
Recordo a libertação dos presos políticos que, incrédulos, finalmente respiravam o ar da liberdade!!!
"Mas a Jangada de Pedra não é apenas uma obra de tensões apocalípticas: ela é também o livro da nossa utopia. Na sua escrita condensam-se ainda os valores e as esperanças do 25 de Abril, reafirmados na convicção de uma autenticidade nacional, capaz de resolver os próprios problemas sem diluir e perder a sua identidade..."
(trecho da análise à obra de Saramago, por Luis de Sousa Rebelo, Londres, Novembro 1986.)
Histórico: Salgueiro Maia, Revolução dos Cravos, Posto de Comando das Forças Armadas. (Nota: este site está "atrasado" 3 anos, mas a comunicação do Posto de Comando é a original - como não podia deixar de ser).
[Apontem o rato sobre o cravo vermelho]

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23 Abril 2007
Cartões de crédito
venda de dados confidenciais sobre cartões de crédito acontece com frequência em muitos "chats" na internet. A revelação é feita por um estudo da empresa norte-americana de segurança informática Symantec.
Segundo o estudo, se o cartão for norte-americano, é possível adquirir os dados por apenas 75 cêntimos, mas se for britânico, o preço duplica. Nestes "chats" vende-se também o acesso a contas bancárias on-line, mas neste caso os preços são bem mais altos e podem chegar aos 225 euros.
Cuidado com as "máfias" - e não se esqueçam do mafioso-mor Sócras!
A Symantec descobriu milhares de salas de "chat" onde há negócios destes, nomeadamente na capital do nosso "querido" Portugal e com a intervenção directa do maior mafioso: Sócras.
Etiquetas: Segurança
20 Abril 2007
Humanos
HOW
doYOU
Do YOU like to listen to music? If yes, FINE! Then listen to "Humanos" and enjoy it!
| JustClickOnImage! |
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18 Abril 2007
Bitaites
- Não me consigo esquecer que o Bitaites não tem XHTML válido.
- Porra, és um chato do caraças! Outra vez com a mesma conversa!?
- Que queres, isto não me sai da cabeça. O XHTML disto não valida.
- Não há pachorra, a sério, não há mesmo pachorra.
- Por exemplo, o blogue deste gajo valida.
- Qual gajo?
- O Pedro Cavaco. Vai lá ao blogue dele e vê. Carregas no botãozinho do XHTML e aquela merda valida. Limpou o pó todo! Não há um grãozinho fora do lugar. Não há ali nada com que se possa pegar. Uma tristeza!
- Valida nada, é tanga.
- Valida, sim senhor. Eu já experimentei.
- Valida mesmo? O grande sacana.
- Podes crer.
- Isto realmente…
- Podes crer.
- Há tipos que têm tudo e outros que não têm nada.
- Podes crer.
- Com que direito é que ele agora se põe a fazer um blogue com XHTML válido? Onde se já viu tanta pouca-vergonha? Isso cabe lá na cabeça de alguém? Essas tangas dos XHTML válidos e outras mariquices para mim era tudo proibido. IE rules!
- E não é só o XHTML, é o CSS também.
- CSS? Essa merda não é uma série de televisão? O CSS Miami?
- Valida, porra! O blogue valida todo. Fui lá verificar outra vez.
- Pois realmente, pá… Eu se fosse a ti fazia qualquer coisa. Vais à tua barra de links e tudo o que seja blogue que valide… clique, clique, clique, apagas tudo. Pronto. Problema resolvido. Só ficam os que não validam que é para acabar com esta miséria.
- Podes crer.
- Que interessa que ele tenha um blogue válido? Um tipo vai lá e até tem medo de carregar nos links, não vá desarrumar alguma coisa.
- Podes crer.
- Prometes-me então que não voltas a falar da porcaria das validações?
- Não sei, pá, acho que sim, acho que ainda vou procurar uns templates primeiro e depois esqueço o assunto, não sei, talvez, o mais provável é… Espera aí. Olha lá. Achas que o Planet Geek valida? Se não validasse dava-me cá um gozo, caraças! ‘Bora ver?
Interessante diálogo copiado do Bitaites. Podes crer.
Etiquetas: Bitaites
14 Abril 2007
Zala
Clicar na imagem para ampliar
Nota1:
A imagem "exibida", entre outras, foi-me enviada por email pelo titular do site Companhia de Cavalaria 2430 que esteve em Angola entre 1968 e 1970, sendo que na primeira parte da comissão de serviço esteve justamente em Zala onde havia estado eu dois anos antes. Já agradeci obviamente ao Perry da Câmara a gentileza de corresponder ao meu pedido e não quero deixar de reiterar aqui os meus agradecimentos.
Nota2:
Peço a quem souber o favor de me indicar as coordenadas exactas para localizar Zala no software Google Earth.Um exemplo concreto relativamente à localização da minha casa (espero que o Bush não veja!...): Coordenadas correctas: 41º 06' 22,25" N - 8º 36' 31,13" W (convertido em decimais dá: 41.10618,-8.60865). Com estes valores o Google Earth encontra a seguinte imagem:
(Não esquecer de clicar na imagem para expandir).
Edição: Com a ajuda da minha amiga magnolia, Abafos & Desabafos, e "rebuscando" os resultados por ela indicados nos comments, posso garantir que Zala foi encontrada. Assim sendo, as coordenadas correctas de Zala são 8º 32' 59,75" S e 15º 16' 00,12" E. No entanto, se introduzir estas cordenadas tal como estão o "Google Earth" não devolve resultados, "avisando" que não é possível! Por isso, é necessário converter as coordenadas em decimais como segue: [8+(32/60)+(59,75/3600)] que resulta na decimal 8,54993 (isto quanto ao Sul); relativamente a Este, temos: [15+(16/60)+(00,12/3600)] cuja decimal é de 15,26669. Atendendo ao hemisfério correspondente a Angola, o primeiro valor decimal tem que ser antecedido do sinal menos (-). Resumindo: Valores que o Google Earth aceita: "-8.54993, 15.26669". A imagem obtida é a de baixo. Claro que uma coisa é encontrar uma imagem em zonas urbanas, como acontece com a imagem anterior, outra coisa bem diferente é encontrar uma imagem no meio da mata cerrada como é nos Dembos - o caso de Zala, em que o "Zoom" é limitado.
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Etiquetas: Pessoal
12 Abril 2007
O "eléctrico" na história



Etiquetas: História
10 Abril 2007
Convívio
Saurimo (no meu tempo o ditador Salazar chamou-lhe "Henrique de Carvalho"!!!)
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Etiquetas: Pessoal
08 Abril 2007
06 Abril 2007
Mais injustiça
«DECO vai deixar de ter alguns projectos»
Os 25 Estados membros da União Europeia
aprovaram esta decisão em Bruxelas no quadro da política do consumidor. Portugal foi representado pelo secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, que não concordou com o corte, mas que votou a favor do programa de acção para 2007/2013.
No caso português, a DECO beneficiava de uma ajuda financeira por parte da União Europeia de 5%. Em declarações ao Destak, o secretário-geral da DECO, Jorge Morgado, referiu que, apesar de os apoios "não terem grande expressão, eram às vezes decisivos".
Adiantou, também, que esta resolução é "uma injustiça despropositada e que pontualmente vai deixar de haver alguns projectos da DECO". O presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumo também manifestou o seu desacordo, pois considera que esta anulação de verbas vai desvalorizar a importância das associações.
do
Etiquetas: Política
04 Abril 2007
Precedente perigoso

O jornalismo não pode ser praticado assim e os tribunais não podem condescender, brandamente, com o papão do poder mediático.
Um cidadão inglês saía de um cinema quando o primeiro-ministro sueco Olof Palme foi assassinado, perto dele, em 1986. Dois jornais suecos, "Expressen" e "Aftonblader", acusaram-no de ser o provável criminoso. Nada disso se provou. O cidadão, Anthony White, que agora vive na cidade da Beira, em Moçambique, processou os jornais exigindo indemnizações por ofensa ao seu bom nome. Mas os tribunais suecos não lhe deram razão e ele decidiu recorrer para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Há pouco tempo o Tribunal de Estrasburgo proferiu, enfim, sentença: absolveu os dois jornais. Porquê? Porque - disse o Tribunal - os jornais tinham cumprido o seu dever de informar: "O interesse público na publicação dessa informação sobrepunha-se ao direito do queixoso da protecção da sua reputação."
Discordo. A menos que haja pormenores que desconheça, o que resulta daqui é muito simples: amanhã vou ao cinema, à saída matam alguém e no dia seguinte leio num jornal o depoimento de um senhor que diz que fui eu o assassino. Estou feito.
O jornalismo não pode ser praticado assim e os tribunais não podem condescender, brandamente, com o papão do poder mediático. Antes de ser jornalista sou cidadão e não gosto mesmo nada deste precedente.
No entanto, ainda há pouco tempo subscrevi um apelo ao bom-senso do Parlamento por causa da proposta de lei de Estatuto do Jornalista, que traz coisas do tempo da "Outra Senhora". Como o texto dos jornalistas poder ser mutilido sem aviso por um qualquer editor idiota ou quando é preciso mais espaço para um anúncio. Que é lá isso?
Nem a sentença do Tribunal de Estrasburgo nem esta muito questionável proposta de lei convidam a melhores tempos. Não, não.
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02 Abril 2007
Educação
Que a longevidade não é socialmente equitativa e que há uns anos que vivem mais do que outros não é grande novidade. Mas para vários investigadores norte-americanos, a justificação para esse facto é simples e passa pela educação. Independentemente do país ou estrutura de sociedade, apostar numa maior escolaridade parece aumentar a esperança de vida. É, diz Adriana Lleras-Muney, da Universidade de Columbia, mais importante que a raça e que os rendimentos, mais determinante que as condições sociais ou de saúde.
De acordo com vários estudos feitos e publicados, há evidência de que, um ano a mais nos bancos da escola, pode significar que aos 35 anos já existe um ganho de 12 meses, em termos de esperança de vida.
A mudança das leis em países como a Suécia, Dinamarca ou Inglaterra, que tornaram o ensino obrigatório durante um maior período de tempo, levou a uma melhoria geral na saúde. Uma aposta que, por cá, podia fazer uma grande diferença. Isto porque, de acordo com dados oficiais, apenas 20% da população nacional adulta (25-64 anos), completou o ensino secundário.
A estes números juntam-se outros: dos cerca de cinco milhões de portugueses que compõem a população activa, 2,5 milhões têm menos do que a actual escolaridade obrigatória.
Etiquetas: Educação





























