Modelo importado da Inglaterra em 1854
Malaposta

Em 1859, a ligação entre Lisboa e Porto através das carreiras da Malaposta fazia-se em 34 horas e passava por 23 estações de muda. Apesar do bom serviço que as diligências prestavam nessa altura, a sua extinção foi irreversível com o aparecimento do comboio, embora se mantivessem em actividade durante mais algum tempo, como atestam os «manuais do viajante» da época.

19 setembro 2012

Ainda o "building7"


Mais confirmações sobre o "nineeleven" - "building7".

BBC Reported Building 7 Had Collapsed 20 Minutes Before It Fell. Revealing, shocking video shows reporter talking about collapse with WTC 7 still standing in background, Google removes clip. An astounding video uncovered from the archives today shows the BBC reporting on the collapse of WTC Building 7 over twenty minutes before it fell at 5:20pm on the afternoon of 9/11. The incredible footage shows BBC reporter Jane Standley talking about the collapse of the Salomon Brothers Building while it remains standing in the live shot behind her head.

Minutes before the actual collapse of the building is due, the feed to the reporter mysteriously dies.


Ler artigo completo e ver vídeo sobre o assunto no link abaixo "alternativa". O vídeo chegou a ser visto no Google neste link mas retirou-o. Censura?...

Seja como for, temos aqui uma alternativa.


Nota1: A BBC já se pronunciou sobre a polémica: The 9/11 conspiracy theories are pretty well known by now. The BBC addressed them earlier this month with a documentary, The Conspiracy Files, shown within the UK. (continua neste Link).

Comentário: Não explicam nada, pelo contrário, só reforçam as suspeitas. E depois há outra coisa: eles PERDERAM as cassetes da emissão de 11/09/2001?... Perderam as cassetes do maior evento dos últimos 50 anos?... É suposto acreditarmos nisto?...

Nota2: Mais um artigo da BBC sobre o assunto: Link.

Comentário: Juntemos a isto o facto de o Google estar desesperadamente a retirar os vídeos. Isto pode ser mesmo explosivo. Agora é uma guerra entre os que estão a espalhar a história e os que estão a censurar!...

Edição: Outro artigo de interesse: Link.

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02 setembro 2012

Bush e a lei da rolha

"Give me a brain!"

O país da maior democracia, da liberdade, das armas e de tudo. Este é o sub-título da notícia publicada no Diário Digital:
Os jornalistas norte-americanos acusaram domingo a administração do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, de secretismo em relação à comunicação social, obrigando-os a citar cada vez mais fontes anónimas.
Notícia completa: link
Lá tenho novamente que ir à procura do retrato, que está na pasta "arquivo morto". Desta vez vai ficar bem ao centro. Como ele solicita "Give me a brain", façamos-lhe a vontade: Give Bush a Brain.
Edição: Onde está "arquivo morto" estava outra coisa que foi substituida por causa do lápis azul. Além disso, prometo que o próximo post será extenso para empurrar este bem lá para baixo!...

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04 novembro 2010

Novamente Bush

Recomendo vivamente a leitura do post "A Vontade de Deus", sobre a invasão do Iraque (outra vez o Iraque? por que não? outra vez e sempre: em matéria de ilegalidades eu sou teimoso, não pactuando com actos ilícitos, quaisquer que sejam, tanto mais quando se trata dum crime de tal monta e gravidade que afecta todo o mundo!). O post é do Random Precision, cujo autor é Advogado - o que garante a credibilidade subjacente aos seus juízos. Para maior comodidade, e sem prejuízo da leitura integral do post, copio para aqui o comentário que lá deixei:

«De facto, a invasão de um Estado, ainda que ditatorial, feita à revelia dos mais básicos conceitos do Direito Internacional, os milhares e milhares de mortos que essa loucura já causou – e que todos os dias ainda causa – quer entre as tropas americanos e suas aliadas, quer entre o inocente povo iraquiano, e ainda as inimagináveis consequências que toda a população mundial vive quotidianamente como resultado desse delírio americano, não poderiam resultar da mera vontade de um simples homem.» [este trecho foi copiado do próprio post].
«É exactamente essa a minha análise, com uma pequena nuance: o "Give Bush a Brain" não precisou da ajuda de deus!... isso é para americano ler e ouvir... Abraço ao Luis, a.castro.
[imagem obtida com licença permanente de detenção no domicílio e já usada legalmente várias vezes; emissor da licença: Universos Assimétricos]

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06 junho 2007

O outro lado da moeda

O avião que não cabe no buraco feito pelo míssil!
O buraco feito pelo míssil!

O outro lado da moeda.
O míssil a furar o Pentágono!
O Pentágono a arder no lado escolhido por Bush!

Nota: O terrorista está no post de baixo com o dedo levantado a dizer que não foi ele mas estamos fartos de conhecer a manhosice dele!

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04 junho 2007

Invasão condenada

O maior terrorista do mundo.

Invasão condenada por meio mundo - Quarto aniversário festejado com protestos.

O conflito no Iraque está mais controverso do que nunca. Como se não bastassem os protestos em cidades como Nova Iorque ou São Francisco, onde é exigido o regresso das tropas norte-americanas, agora são os próprios iraquianos a mostrarem o seu descontentamento com a ocupação do seu país pelas forças multinacionais. Uma sondagem, encomendada pela BBC, ABC News, ARD e o "USA Today", revela que a maioria dos iraquianos está desiludida com a forma como o seu país está a ser governado e pessimistas em relação ao futuro.

Nos últimos dias, os norte-americanos que são contra a permanência dos seus soldados no Iraque têm manifestado essa insatisfação em várias cidades. Entre os manifestantes, que aproveitaram o facto de ter passado o 4º aniversário da invasão do Iraque para se fazerem ouvir, encontravam-se várias personalidades, como o actor Tim Robbins.

"O povo americano quer que esta guerra acabe. Quando vão começar a ouvir-nos?", interrogou, em Nova Iorque, a estrela principal de filmes como, por exemplo, "Os Condenados de Shawshank".

As manifestações não têm acontecido apenas nos EUA. Só em Madrid, Espanha, um protesto anti-Iraque juntou 400 mil pessoas.

Quanto aos motivos do pessimismo dos iraquianos, este centra-se, sobretudo, na violência sectária que assola o país. Mas esta não é a única explicação. O desemprego, a falta de electricidade, água potável e combustível para o dia-a-dia aumentam a insatisfação e o cepticismo do povo iraquiano. Entretanto, o presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou que o sucesso da coligação liderada pelo país no Iraque vai demorar "meses a atingir, e não dias ou semanas". Bush disse ainda que uma retirada apressada da região teria consequências "devastadoras" para a segurança dos EUA.

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20 fevereiro 2007

US 'Iran attack plans'

US contingency plans for air strikes on Iran extend beyond nuclear sites and include most of the country's military infrastructure.

It is understood that any such attack - if ordered - would target Iranian air bases, naval bases, missile facilities and command-and-control centres.The US insists it is not planning to attack, and is trying to persuade Tehran to stop uranium enrichment.

The UN has urged Iran to stop the programme or face economic sanctions.

But diplomatic sources have told the BBC that as a fallback plan, senior officials at Central Command in Florida have already selected their target sets inside Iran.

That list includes Iran's uranium enrichment plant at Natanz. Facilities at Isfahan, Arak and Bushehr are also on the target list, the sources say.

Two triggers

BBC security correspondent Frank Gardner says the trigger for such an attack reportedly includes any confirmation that Iran was developing a nuclear weapon - which it denies.


The Natanz plant is buried under concrete, metal and earth
Alternatively, our correspondent adds, a high-casualty attack on US forces in neighbouring Iraq could also trigger a bombing campaign if it were traced directly back to Tehran.

Long range B2 stealth bombers would drop so-called "bunker-busting" bombs in an effort to penetrate the Natanz site, which is buried some 25m (27 yards) underground.

The BBC's Tehran correspondent France Harrison says the news that there are now two possible triggers for an attack is a concern to Iranians.

Authorities insist there is no cause for alarm but ordinary people are now becoming a little worried, she says.

Deadline

Earlier this month US officials said they had evidence Iran was providing weapons to Iraqi Shia militias. At the time, Iranian President Mahmoud Ahmadinejad said the accusations were "excuses to prolong the stay" of US forces in Iraq.

Middle East analysts have recently voiced their fears of catastrophic consequences for any such US attack on Iran.

Britain's previous ambassador to Tehran, Sir Richard Dalton, told the BBC it would backfire badly by probably encouraging the Iranian government to develop a nuclear weapon in the long term.

Last year Iran resumed uranium enrichment - a process that can make fuel for power stations or, if greatly enriched, material for a nuclear bomb.

Tehran insists its programme is for civil use only, but Western countries suspect Iran is trying to build nuclear weapons.

The UN Security Council has called on Iran to suspend its enrichment of uranium by 21 February.

If it does not, and if the International Atomic Energy Agency confirms this, the resolution says that further economic sanctions will be considered.


BBC News.

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16 janeiro 2007

Iraque e agora EUA?...

US military strike on Iran seen by April ’07; Sea-launched attack to hit oil, N-sites



M

ike Golby KUWAIT CITY: Washington will launch a military strike on Iran before April 2007, say sources. The attack will be launched from the sea and Patriot missiles will guard all oil-producing countries in the region, they add. Recent statements emanating from the United States indicate the Bush administration’s new strategy for Iraq doesn’t include any proposal to make a compromise or negotiate with Syria or Iran. A reliable source said President Bush recently held a meeting with Vice President Dick Cheney, Defense Secretary Robert Gates, Secretary of State Dr Condoleezza Rice and other assistants in the White House where they discussed the plan to attack Iran in minute detail.

According to the source, Vice President Dick Cheney highlighted the threat posed by Iran to not only Saudi Arabia but the whole region. “Tehran is not playing politics. Iranian leaders are using their country’s religious influence to support the aggressive regime’s ambition to expand,” the source quoted Dick Cheney as saying. Indicating participants of the meeting agreed to impose restrictions on the ambitions of Iranian regime before April 2007 without exposing other countries in the region to any danger, the source said “they have chosen April as British Prime Minister Tony Blair has said it will be the last month in office for him. The United States has to take action against Iran and Syria before April 2007.”

Claiming the attack will be launched from the sea and not from any country in the region, he said “the US and its allies will target the oil installations and nuclear facilities of Iran ensuring there is no environmental catastrophe or after effects.” “Already the US has started sending its warships to the Gulf and the build-up will continue until Washington has the required number by the end of this month,” the source said. “US forces in Iraq and other countries in the region will be protected against any Iranian missile attack by an advanced Patriot missile system.”

He went on to say “although US Defense Secretary Robert Gates and Secretary of State Dr Condoleezza Rice suggested postponing the attack, President Bush and Vice President Dick Cheney insisted on attacking Tehran without any negotiations based on the lesson they learnt in Iraq recently.” The Bush administration believes attacking Iran will create a new power balance in the region, calm down the situation in Iraq and pave the way for their democratic project, which had to be suspended due to the interference of Tehran and Damascus in Iraq, he continued. The attack on Iran will weaken the Syrian regime, which will eventually fade away, the source said.


By Ahmed Al-Jarallah - Editor-in-Chief, the Arab Times

Anterior post sobre o assunto.

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27 outubro 2006

Iraque

Cada vez mais militares mortos no Iraque

Outubro foi o mês mais mortal para americanos

Outubro ultrapassou as 76 mortes registadas em Abril e é já o mês com mais mortos desde o início do ano. Os três fuzileiros norte-americanos, que morreram no sábado passado, tornaram este mês o mais letal para os militares dos Estados Unidos, atingindo já 78 vítimas mortais. George Bush já reviu a estratégia no Iraque com os responsáveis militares da região do Médio Oriente. Porém, rejeitou mudanças drásticas para enfrentar a escalada da violência.

in Destak.

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25 junho 2006

Guantánamo


Mais de 100 tentativas de suicídio em Guantánamo. Três prisioneiros mataram-se durante um fim-de-semana
Pedido encerramento do campo de concentração.

O advogado de David Hicks, o único australiano detido em Guantánamo, Cuba, afirmou ontem que houve mais de 100 tentativas de suicídio entre os prisioneiros deste centro de detenção americano, onde estão presos suspeitos de actos terroristas, segundo as autoridades americanas. "Todos os juristas internacionais e académicos ocidentais condenaram Guantánamo. É um campo de tortura e detenção por tempo indeterminado e agora tem a fama de prisão de morte", acusou o advogado David McLeod à rádio australiana ABC. McLeod expressou a sua preocupação pela condição do seu cliente, depois de ter sido conhecido o suicídio de três prisioneiros, dois sauditas e um iemenita. "Está numa prisão onde os prisioneiros encaram o suicídio como a única saída", disse, acrescentando que Hicks perdeu o apetite e mantém um estado de alma preocupante. Dois detidos sauditas e um iemenita foram encontrados enforcados na sua cela na base naval americana, tratando-se dos primeiros casos de suicídio de prisioneiros divulgados desde a abertura do campo em 2002.
Note-se que o Partido Verde australiano anunciou que vai apresentar uma moção pedindo ao Senado que se pronuncie sobre o encerramento do campo de concentração de Guantánamo e exija o regresso do australiano Hicks ao país.
in Metro

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04 junho 2006

"Segunda libertação..."


"2ª libertação de Bagdad"

EUA preparam nova libertação de Bagdad. Só a pacificação da capital iraquiana permitirá retirar tropas americanas.

O exército americano está a planear uma "segunda libertação" de Bagdad, a ser concretizada conjuntamente pelas tropas dos EUA e pelas forças iraquianas, logo que o novo Governo do país entre finalmente em funções. A informação foi avançada pelo jornal britânico "The Sunday Times", através da sua correspondente em Washington, uma jornalista com acesso frequente a informação privilegiada.
A pacificação da capital iraquiana é considerada pela administração de George W. Bush como "essencial" para garantir a autoridade do futuro Governo iraquiano - cuja formação se tem arrastado interminavelmente, por desentendimentos entre as várias facções, xiitas, sunitas e curdos - e também para ser possível dar início à retirada das tropas americanas do território.
A mesma fonte explica que os planos estão neste momento a ser preparados por oficiais americanos no Iraque e também numa base do Kansas. No terreno, serão as forças iraquianas a levar a cabo as operações, apoiadas por helicópteros e aviões americanos.

in Metro. Ao lado da notícia supra, o mesmo jornal publica uma pequena notícia relacionada, conforme caixa abaixo.


Mais de 12 mortos no Iraque

Enquanto os legisladores iraquianos discutem as nomeações para os principais cargos de governação do país, duas bombas causaram pelo menos 12 mortos e mais de 20 pessoas ficaram feridas, segundo informações das autoridades iraquianas.
Só em Mahmoudiya, 20 km a sul da capital, morreram oito pessoas. No Sudoeste de Bagdad, a segunda bomba provocou a morte a mais quatro civis que se encontravam perto de um autocarro. Registaram-se ainda mais mortes em confrontos com forças dos EUA.


Esta "segunda libertação" sugere-me imaginar o seguinte cenário: O governo socrático faz uso da sua polícia secreta e resolve mandar para a prisão de Caxias alguns contestatários da sua política. Entretanto esses presos políticos são libertados. Mas essa libertação não produz os resultados esperados e o governo decide repetir a prisão dos contestatários até ao momento em que procede a nova libertação. Estamos, pois, perante a segunda libertação. E as coisas vão repetir-se até à nova libertação, que será a terceira... e por aí adiante! As libertações podem, pois, atingir um número difícil de determinar!...

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03 maio 2006

Popularidade de Bush


B
U
S
H
E O IRAQUE

Americanos contra a guerra no Iraque. População considera que a invasão foi um erro.
Nos últimos três anos morreram
2.399 soldados americanos no Iraque.


Ttrês anos depois de George W. Bush, presidente dos Estados Unidos, ter declarado que a intervenção militar no Iraque era indispensável, dada a suspeita da existência de armas nucleares no território, os americanos estão cada vez menos crentes no sucesso da missão. Segundo uma sondagem realizada pela estação de televisão CNN, apenas nove por cento dos norte-americanos acreditam que a missão no Iraque está cumprida. Cerca de 40 por cento pensam que esta operação talvez atinja os seus objectivos. Os restantes 44 por cento consideram que a missão americana no país que era governado por Saddam Hussein nunca atingirá as metas traçadas em 2003. Há exactamente três anos, o presidente dos Estados Unidos justificava a permanência das tropas em território iraquiano com a presença de armas nucleares e com a necessidade de ajudar a reconstruir o país.
Em 2006, e depois de muitas baixas - estima-se que 2.399 soldados norte-americanos tenham morrido desde o início da operação -, os cidadãos duvidam cada vez mais da eficácia desta iniciativa. O apoio da opinião pública à presença no Iraque tem decrescido com o passar do tempo. Hoje, cerca de 55 por cento dos habitantes acreditam que a invasão do Iraque constituiu um erro. Um exemplo dessa contestação aconteceu na última sexta-feira, em Nova Iorque, quando milhares de pessoas participaram numa manifestação exigindo a retirada imediata das forças do Iraque. No protesto marcaram presença algumas personalidades, como a actriz Susan Sarandon ou o reverendo Jesse Jackson. Os manifestantes anunciaram que vão continuar com esta campanha até às eleições parlamentares, que se realizam em Novembro.
in Metro

Links correlacionados: a) National Commission on Terrorist Attacks Upon The United States, b) The Guardian, c) Washington Post, d) Information Clearing House, e) Reichstag fire, f) BBC News g) Loose Change 911. h) X-RAY (link copiado dos comments.)
i) Rense.com (link obtido em Um Homem das Cidades)

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